Você viu a frase e se perguntou se era estratégia ou uma postagem para irritar a base? Flávio Bolsonaro disse “falta só tirar o Lula”. Essa frase está agora em debates e redes sociais do núcleo bolsonarista. Ela já está fazendo barulho no mapa político das eleições no Brasil.
Este texto vai explicar o contexto e por que a frase se tornou um tema importante para 2026. Há reportagens recentes, como a do G1 em 20 de dezembro de 2025. Também há coberturas locais e declarações de Lula na Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu. Essas fontes ajudam a entender melhor.
Você vai ver uma análise detalhada. Saber quando e onde Flávio Bolsonaro fez a declaração. Como isso se relaciona com o histórico do PL e do bolsonarismo. E o que isso pode significar para as eleições de 2022.
Principais pontos
- A frase de Flávio Bolsonaro entrou no debate público e nas redes do núcleo bolsonarista.
- Reportagens de 20 de dezembro de 2025 e declarações recentes de Lula contextualizam o episódio.
- O comentário será confrontado com decisões judiciais e eventos políticos locais.
- Entenda a diferença entre discurso simbólico e estratégia eleitoral prática.
- O artigo usa dados e relatos para avaliar o impacto sobre eleitores e alianças.
Contexto da declaração de Flávio Bolsonaro e repercussão inicial
Você vai entender o contexto da declaração e como ela afetou o ambiente político e as redes sociais. A frase foi dita em um momento crucial, durante o calendário eleitoral e as pesquisas. Isso chamou a atenção para as eleições no Brasil.
Onde e quando a frase foi dita
A fala de Flávio aconteceu em um evento público, perto de dezembro de 2025. O evento foi em Brasília, com muitos apoiadores e assessores presentes. A mensagem foi divulgada nas redes sociais e em perfis oficiais.
Reação imediata nas redes sociais e imprensa
Na primeira hora, as redes sociais do núcleo bolsonarista se mobilizaram. Postagens e compartilhamentos fizeram a frase viralizar. Isso gerou debates em grandes portais.
A imprensa também reagiu, ligando a declaração à campanha eleitoral e a pesquisas recentes. Editoriais avaliaram o impacto simbólico nas eleições.
Comparação com outras declarações públicas da família Bolsonaro
Analistas compararam a declaração de Flávio com as de Jair Bolsonaro. Eles notaram semelhanças na retórica de confronto. Decisões judiciais recentes, como a de Alexandre de Moraes, foram mencionadas em 20 de dezembro de 2025.
Percebeu-se que há uma estratégia de mobilização semelhante. Ela envolve repetir mensagens diretas, usar redes sociais para viralizar e fazer declarações públicas. Essa tática visa influenciar as eleições no Brasil.
“Falta só tirar o Lula”, diz Flávio Bolsonaro ao projetar cenário para as eleiçõ

Você vai entender a mensagem de Flávio Bolsonaro. Analisaremos a intenção política por trás da frase. Também veremos o impacto simbólico para a base do PL.
Essa fala de Flávio Bolsonaro chamou atenção em um post no Instagram. Ela foi noticiada em vários veículos em 20 de dezembro de 2025.
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Transcrição e tom da mensagem
A frase, conforme divulgada, é: “Falta só tirar o Lula, depois é tocar o resto do trabalho.” Ela foi postada no Instagram, com um vídeo curto e legendas.
O tom é de combate e confiança. Flávio tenta transmitir otimismo sem formalidades.
Intenção política por trás da frase
A intenção política é mobilizar apoiadores. Colocar Lula como o foco central do embate. Essa estratégia simplifica a narrativa.
Flávio Bolsonaro se apresenta como opção direta contra Lula. A frase busca ativar a militância e engajar em eventos.
Impacto simbólico para a base eleitoral do PL
Para eleitores do PL, a declaração é como um slogan. Ela convoca a ação. A expressão pode estimular pressão política e presença em comícios.
Para adversários de Lula, a mensagem unifica resistência. Ela reforça a argumentação pró-governo. No curto prazo, a frase se torna mote de campanha.
| Aspecto | Descrição |
|---|---|
| Canal | Postagem no Instagram com vídeo e legenda |
| Tom | Combativo, confiante |
| Objetivo | Mobilizar base, simplificar narrativa |
| Risco | Reforço da polarização e reação contrária |
| Potencial | Transformar em slogan e chamar à ação |
| Ligação com carreira | Impacto no flavio bolsonaro futuro político ao definir perfil público |
| Relação com estratégia | Elemento central na estratégia política de confrontação |
Dados da pesquisa Instituto Veritá e cenário de intenções de voto
A pesquisa do Instituto Veritá mostra um cenário muito apertado. Os números indicam uma disputa acirrada entre os candidatos. A diferença pode mudar com a amostra e o eleitorado.
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Round 1: disputa técnica entre candidatos
No Round 1, a pesquisa mostrou Lula com 50,4% e Flávio com 49,6%. A diferença de 0,8 ponto percentual coloca-os em um empate técnico. Isso indica uma corrida muito competitiva.
Margem de erro e validade dos dados
Para entender a margem de erro, é importante olhar o tamanho da amostra e o nível de confiança. Também é crucial analisar as datas de coleta. Esses fatores ajudam a saber se a diferença de 0,8 ponto é significativa.
Pequenas diferenças são comuns em pesquisas de intenções de voto. Mudanças repentinas, recuos e mobilização podem mudar tudo em pouco tempo.
Tendências regionais e perfis demográficos
As tendências regionais mostram diferenças entre capitais e interior. Capitais tendem a ter votos mais voláteis. As faixas etárias e o gênero também influenciam o voto.
Mulheres, jovens e diferentes faixas de renda podem ser decisivos. Entender esses grupos ajuda a direcionar as campanhas.
| Item | Resultado | Implicação |
|---|---|---|
| Round 1 | Lula 50,4% vs Flávio 49,6% | Empate técnico; disputa acirrada |
| Margem de erro | ±(ver ficha técnica) | Diferença dentro da margem; atenção à amostra |
| Região Sudeste | Variações entre capitais e interior | Possível vantagem em centros urbanos |
| Jovens (16–24) | Comportamento mais volátil | Alta sensibilidade a campanhas digitais |
| Mulheres | Distribuição distinta por renda | Segmentação crucial para mobilização |
Reações de líderes e aliados do campo conservador

Flávio Bolsonaro falou e líderes e apoiadores reagiram logo. As reações foram variadas, desde anúncios oficiais até posts pessoais. O objetivo era usar essas palavras para motivar ações locais.
H3: Frases de apoio e mobilização nas redes do núcleo bolsonarista
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No Instagram e no Twitter, trechos do discurso foram compartilhados. Havia chamadas para eventos e pedidos de compartilhamento. Prefeituras e líderes locais organizavam atos e arrecadações.
H3: Posicionamento de figuras como Jair Bolsonaro e influenciadores aliados
Jair Bolsonaro ainda apoia o grupo, mesmo com decisões judiciais. Influenciadores também mostram seu apoio em lives e vídeos. Eles convidam seguidores para eventos e para ajudar nas campanhas.
H3: Exemplos de discursos e chamadas à campanha
Foram feitas convocações para atos e pedidos de doações. Lives detalhavam metas locais. Notas municipais confirmavam reuniões e carreatas. Essas ações buscavam transformar a frase em ação prática.
| Tipo de ação | Canal | Objetivo | Exemplo |
|---|---|---|---|
| Publicação institucional | Instagram de prefeituras | Divulgar agendas locais | Nota para convocação de comício em município |
| Live de influenciador | Facebook e YouTube | Engajar base e arrecadar fundos | Transmissão com pedidos de doação e links de apoio |
| Post curto | Twitter/X | Amplificar mensagem | Tweets com trechos: “diz flávio bolsonaro” e chamada ao voto |
| Articulação local | Comunicados municipais | Organizar eventos presenciais | Calendário de carreatas e encontros em distritos |
Resposta do PT e da base de apoio de Lula
A resposta do PT foi rápida e direta. Eles enfatizaram as ações sociais e ações internacionais de Lula. Eles queriam mostrar que Flávio Bolsonaro está tentando desgastá-los.
O PT apareceu mais em público para fortalecer o apoio. Em eventos, líderes destacaram programas sociais e melhorias econômicas. Eles queriam diminuir a rejeição e manter o voto de quem beneficia com as políticas do governo.
Campanha e aliados usaram dados para mobilizar. A pesquisa Veritá foi crucial nessa estratégia. Equipes locais foram orientadas a usar esses dados para chamar ao voto.
As mensagens mudaram conforme a região e o público. Emprego, renda e dignidade foram focos. Mobilização de prefeitos e deputados do PT visava fortalecer bases com alta rejeição.
Para indecisos e jovens, usaram depoimentos e provas sociais. O objetivo era aproximar esses eleitores da campanha. Isso ajudou a ampliar o palanque e contrapor ataques nas eleições.
Assessores usaram simulações com dados do Instituto Veritá. Eles transformaram números em apelos para votar. Essa tática mostrou o uso estratégico da pesquisa Veritá para ajustar a campanha.
Uso eleitoral das críticas sobre economia e qualidade de vida
Queixas sobre inflação e falta de alimentos são usadas em campanhas eleitorais. Histórias locais são compartilhadas em redes sociais e em comícios. O objetivo é transformar essas histórias em argumentos políticos.
Figuras conservadoras citam Hamilton Mourão em debates. Eles destacam trechos sobre inflação e problemas de abastecimento. Essas citações são usadas para questionar a gestão federal.
Flávio Bolsonaro e aliados conectam relatos regionais a discursos nacionais. Eles ligam insegurança alimentar e aumento de roubos à falha do governo. A estratégia política foca em temas que afetam o dia a dia do eleitor.
O governo de Lula responde com dados macroeconômicos e programas sociais. Eles mostram recuperação econômica e ações do presidente em fóruns internacionais. Esses contra-argumentos tentam neutralizar a crítica econômica com números e ações concretas.
A batalha narrativa envolve fatos verificados e relatos humanos. Cada lado usa métricas diferentes. Um lado prefere denúncias locais, o outro estatísticas nacionais. Essa tensão influencia a percepção sobre economia e qualidade de vida.
Veja a seguir um quadro comparativo que resume como cada campo explora o tema e quais peças de comunicação predominam.
| Elemento | Ação dos conservadores | Resposta do governo |
|---|---|---|
| Foco temático | Inflation, falta de alimentos, insegurança local | Recuperação econômica, programas sociais, emprego |
| Fontes usadas | Reportagens municipais, depoimentos, redes sociais | Dados do IBGE, Ministério da Economia, balanços de programas |
| Formato de divulgação | Vídeos curtos, posts virais, discursos em ato | Relatórios oficiais, entrevistas em veículos internacionais, notas técnicas |
| Objetivo acionado | Mobilizar insatisfação, ampliar rejeição | Restaurar confiança, mostrar avanços concretos |
| Risco estratégico | Exagero que pode perder credibilidade | Desalinhamento entre dados e percepção popular |
| Impacto potencial | Alterar agenda de campanha e debates públicos | Reduzir efeito da crítica econômica e reverter narrativa |
Possíveis estratégias de campanha para 2026
Vamos explorar táticas práticas para campanhas. Elas buscam transformar palavras em ações eleitorais. Ações de rua, comunicação digital e pesquisas são essenciais para tomar decisões.
Mobilização da base, discursos e eventos públicos
Para mobilizar a base, é crucial ter um calendário de comícios, lives e atos. Essas ações fazem com que slogans se tornem realidade. Eles se manifestam tanto na vida virtual quanto na física.
Organizar a agenda de líderes nacionais e prefeitos é fundamental. Isso aumenta a presença em municípios. É importante focar em eventos em áreas estratégicas, misturando ações online e offline.
Debates, sabatinas e preparação do candidato
Debates e sabatinas exigem um preparo técnico e simulações. Palavras poderosas podem mudar de significado sob perguntas diretas. É essencial treinar com jornalistas e mediadores.
Um desempenho forte pode mudar a decisão de eleitores indecisos. Isso também influencia as pesquisas.
Uso de pesquisas estimuladas e rodadas de intenção de voto
Pesquisas estimuladas testam mensagens e ajustam argumentos. Faça sondagens regulares para medir o impacto de suas ações.
Seguir as rodadas de intenção de voto ajuda a direcionar esforços. Dados regionais e demográficos são cruciais para o trabalho de campo.
Essas estratégias se conectam: mobilização influencia debates e sabatinas. O uso de pesquisas orienta as ações. Observações das eleições de 2022 são importantes para planejar.
Riscos e oportunidades para Flávio Bolsonaro
O cenário eleitoral traz tanto riscos quanto chances para Flávio Bolsonaro. A forma como ele comunica e organiza sua campanha pode ser crucial. Cada ação deve ser pensada com atenção.
Risco de polarização excessiva e aumento de rejeição
Uma linguagem agressiva pode radicalizar o debate. Isso pode fortalecer o apoio de seus seguidores, mas também aumentar a rejeição entre eleitores moderados e indecisos.
Quando a polarização aumenta, o PT e outras forças políticas reagem mais forte. Esse contragolpe pode diminuir os avanços e reduzir as chances de conversar com eleitores do centro.
Oportunidade de capitalizar insatisfação econômica
Em tempos de baixa percepção sobre salário e emprego, é possível aproveitar essa insatisfação. Relatos locais e casos concretos podem transformar o descontentamento em apoio.
Propostas claras e viáveis sobre emprego e custo de vida podem atrair eleitores que não são bolsonaristas.
Impacto de alianças políticas e caixa de campanha
Alianças políticas regionais são essenciais para construir palanques e ter presença em municípios-chave. O apoio de líderes locais e influenciadores aumenta o alcance e a legitimidade.
Um bom planejamento financeiro e gestão do caixa de campanha são fundamentais. Recursos bem investidos melhoram o desempenho em áreas competitivas e mantêm a mobilização constante.
| Fator | Potencial Positivo | Potencial Negativo |
|---|---|---|
| Polarização | Movimenta base fiel; gera militância ativa | Aumenta rejeição entre moderados; provoca contraataques |
| Economia | Permite capitalizar insatisfação econômica com propostas práticas | Se não houver proposta crível, mensagem perde força |
| Alianças políticas | Amplia presença eleitoral e estrutura local | Concessões podem distanciar eleitores ideológicos |
| Caixa de campanha | Maior visibilidade e logística de mobilização | Problemas legais ou transparência reduzem credibilidade |
Implicações para o quadro político nacional e próximos passos até 2026
O cenário político do país está mudando rápido. Flávio Bolsonaro e o PT estão fazendo movimentos que afetam várias regiões. Entender essas mudanças é crucial para as eleições de 2026.
Possíveis candidaturas e costura de alianças
Novas candidaturas podem surgir, dividindo os votos entre Lula e Flávio. É importante seguir nomes de candidatos locais que podem ser essenciais para as grandes campanhas. As negociações de alianças vão focar em partidos locais e líderes estaduais.
O PT pode tentar fortalecer alianças com partidos do centro e da esquerda. Isso pode ajudar a manter o partido unido. Por outro lado, o PL e seus aliados estão tentando ganhar apoio em várias regiões, especialmente no Nordeste e no Sul.
Calendário eleitoral: etapas decisivas antes de outubro de 2026
O calendário eleitoral de 2026 é crucial para a campanha. É importante seguir o registro de candidaturas, as convenções partidárias e o período de propaganda.
Pesquisas, debates e sabatinas são momentos chave para testar as narrativas das campanhas. A organização das campanhas em todo o país será essencial para seguir o calendário eleitoral.
Fatores externos que podem alterar a corrida presidencial
Eventos externos podem mudar o foco das eleições. Crises internacionais, decisões do Supremo e problemas de segurança pública podem alterar as agendas das campanhas. É importante monitorar declarações de governos estrangeiros, decisões judiciais e incidentes locais.
Exemplos recentes mostram como temas externos e jurídicos afetam a percepção do eleitor. Esses fatores podem acelerar ou atrasar as alianças e mudar os temas centrais das campanhas.
| Elemento | Impacto | Prazo crítico |
|---|---|---|
| Costura de alianças | Define capilaridade regional e distribuição de tempo de TV | Convenções partidárias (meio de 2026) |
| Candidaturas alternativas | Risco de fragmentação e queda de intenção de voto | Registro de candidaturas (último trimestre de 2025 até metade de 2026) |
| Calendário eleitoral 2026 | Marco legal que regula propaganda e debates | Período oficial de propaganda (pré-eleitoral a partir de julho/2026) |
| Decisões judiciais | Podem alterar elegibilidade e narrativa pública | Mandados e recursos ao longo de 2025-2026 |
| Crises internacionais | Redirecionam foco para segurança e economia | Eventos pontuais com efeito imediato |
| Eventos locais de segurança | Influenciam debate sobre ordem pública e governança | Incidentes noticiados com grande repercussão |
Conclusão
A frase “falta só tirar o Lula”, de Flávio Bolsonaro, é parte de uma estratégia política. Ela busca mobilizar o núcleo conservador em um cenário polarizado. A pesquisa do Instituto Veritá mostra que o cenário 2026 é competitivo. Isso se deve a mensagens de campanha e eventos públicos.
Para entender melhor a eleição, verifique fontes confiáveis. Acompanhe novas pesquisas, decisões judiciais e movimentações regionais. Veja como o PT reage e como aliados de Jair Bolsonaro se articulam. Essas ações moldam a narrativa nas redes sociais e no horário político.
Atenção às variáveis que podem mudar o jogo até as eleições. Alianças, debates, crises externas e medidas judiciais são essenciais. Só assim você terá uma visão clara do cenário 2026 e da eficácia das estratégias políticas.

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