Crise se intensifica: Venezuela fala em sequestro de Maduro e anuncia alerta mil

Crise se intensifica: Venezuela fala em sequestro de Maduro e anuncia alerta militar.

Acompanhe como a crise se intensifica: Venezuela fala em sequestro de Maduro e anuncia alerta militar diante da crescente instabilidade.

Você já imaginou como o mundo reage quando um presidente é levado por uma operação estrangeira?

Uma operação chamada “Operação Resolução Absoluta” capturou o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Eles foram levados para os Estados Unidos. Maduro chegou em Nova York e foi registrado pela DEA.

O governo da Venezuela chamou isso de sequestro e ato de pirataria internacional. Eles declararam estado de exceção e alerta mil para as forças armadas. Houve tiroteios em Caracas e baixas na guarda presidencial, disse o ministro da Defesa, Vladimir Padrino.

Índice

Os EUA disseram que vão gerir a Venezuela temporariamente. Eles também prometeram a entrada de petroleiras americanas. Isso criou uma crise política grande e aumentou a instabilidade na Venezuela. Isso gerou tensões com aliados europeus, China e outros países.

Principais pontos

  • Resumo da operação que levou à captura de Nicolás Maduro e Cilia Flores.
  • Posicionamento do governo venezuelano: sequestro de Maduro e alerta mil.
  • Registro da chegada de Maduro a Nova York e envolvimento de agências federais dos EUA.
  • Impacto imediato sobre a crise política e a instabilidade na Venezuela.
  • Reações internacionais e potenciais consequências geopolíticas.

Crise se intensifica: Venezuela fala em sequestro de Maduro e anuncia alerta mil

Este artigo traz um relato detalhado dos primeiros momentos da crise. A operação começou às 22h46 de sexta-feira. As forças de elite chegaram ao complexo presidencial às 2h01 em Caracas.

As versões sobre a duração e o objetivo da ação variam. O governo venezuelano reagiu com comunicados e medidas de emergência.

Relato inicial dos eventos

As autoridades dos Estados Unidos disseram que a operação durou 47 segundos. O general Daniel Caine e o secretário de Defesa Peter Hegseth detalharam o uso de 150 aeronaves e apoio de agências de inteligência.

Relato inicial dos eventos e declaração oficial do governo venezuelano

O governo venezuelano chamou o episódio de sequestro imperialista. Delcy Rodríguez, do Executivo, disse que Maduro e Cilia Flores foram deportados para os Estados Unidos. Ela pediu unidade nacional à população.

Termos usados pelo governo: “sequestro”, “estado de exceção” e convocação à resistência

Depois, o Executivo decretou estado de exceção. O Tribunal Supremo de Justiça recomendou a sucessão emergencial. O ministro Vladimir Padrino disse que as Forças Armadas reconheceram Delcy Rodríguez como presidente interina por até 90 dias.

O governo usa a palavra sequestro de Maduro para caracterizar a ação como agressão externa.

Fontes e cronologia das primeiras 24 horas

Fontes militares americanas e da Casa Branca publicaram imagens e comunicados nas redes sociais. As comunicações oficiais dos EUA detalharam logística e apoio de inteligência. O ministro Padrino afirmou que houve execuções sumárias entre a equipe de segurança; números de vítimas ainda são verificados.

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Para acompanhar os desdobramentos, procure atualizações em tempo real de veículos confiáveis e canais oficiais. A cobertura em andamento revela passos subsequentes das autoridades e mudanças no quadro político.

Contexto da operação militar e relatos sobre a captura

A tense and dramatic military operation scene set in a Venezuelan urban environment. In the foreground, a group of well-equipped soldiers in professional military uniforms, focused and alert, take cover behind a barricade, their expressions reflecting determination and urgency. The middle ground features military vehicles, such as armored trucks and helicopters, with a backdrop of a city skyline, shrouded with smoke and tension. The sky is overcast, contributing to a somber atmosphere. The lighting is low, hinting at dusk, with strategic spotlights illuminating the soldiers to highlight their action. The overall mood conveys a sense of heightened alertness and urgency, encapsulating the gravity of the military context. The angle is slightly low to emphasize the soldiers’ readiness and the looming threat of the operation.

Você vai saber sobre a operação militar e a captura de Maduro. Vamos focar em fatos que influenciam a crise política.

Fontes militares e diplomáticas falam sobre a Resolução Absoluta. Ela teve planejamento de meses. Mapearam rotinas e deslocamentos do presidente venezuelano.

Oficiais revelam que usaram logística grande: 150 aeronaves e 20 bases. A CIA e a NSA ajudaram, segundo o general Daniel Caine.

Washington justificou a ação, dizendo que Maduro passou limites. Eles usaram a Doutrina Monroe como base para o intervencionismo.

Depois da captura, Maduro foi levado para um navio americano. Ele foi para Nova York. Relatórios mostram que ele foi detido e acusado.

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Do lado venezuelano, o governo vai questionar a legalidade da captura. O Tribunal Supremo e o Ministério da Defesa estão preparando respostas.

ItemDescrição
Nome da operaçãoResolução Absoluta — operação norte-americana com planejamento prolongado
Logística empregada150 aeronaves, lançamentos de 20 bases, apoio logístico multinível
Agências envolvidasCIA, NSA e comandos militares relatados por fontes oficiais
Justificativa públicaProteção de interesses de segurança regional; menção à Doutrina Monroe
Procedimentos pós-capturaTransferência para navio da Marinha dos EUA, desembarque em centro de detenção
Alegações legaisAcusações formais anunciadas por autoridades americanas; contestação em foros internacionais
Impacto institucionalTSJ e Ministério da Defesa articulam sucessão e resposta frente à crise política

Reações internacionais e tensão diplomática

Após o anúncio da Venezuela, o mundo inteiro reagiu rapidamente. A tensão diplomática aumentou entre as capitais. Há declarações oficiais, pedidos de investigação e chamadas para diálogo.

As reações variam de apoio a condenação, passando por apelos à moderação.

Posição dos Estados Unidos e justificativas da administração norte-americana

Os Estados Unidos foram assertivos em sua posição. O então presidente Donald Trump anunciou o controle interino. Ele justificou as ações pela Doutrina Monroe.

Altos funcionários elogiaram a capacidade militar da Venezuela. Eles prometeram facilidades para petroleiras americanas e apoio a um governo de transição.

Essas declarações aumentaram a tensão diplomática. E motivaram pedidos de responsabilidade internacional sobre intervenções que afetam a soberania.

Respostas de aliados europeus: críticas e apelos ao respeito ao direito internacional

Em Madrid, o primeiro-ministro Pedro Sánchez condenou a intervenção. Ele pediu respeito à Carta das Nações Unidas. Outras capitais europeias também criticaram, defendendo diálogo e transição justa.

Essas posições mostram que a crise exige soluções legais e diplomáticas. E não atos unilaterais.

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Reações de países vizinhos e blocos regionais

Na América Latina, blocos regionais e países vizinhos se preocuparam com precedentes. Eles discutiram medidas de condenação e a necessidade de investigação internacional.

Grandes potências também reagiram. A China pediu a libertação imediata de Nicolás Maduro e Cilia Flores. Ela defendeu diálogo e a integridade física dos envolvidos. A Coreia do Norte classificou a ação como violação grave da soberania e pediu respeito às normas internacionais.

  • Você acompanhará que as reações internacionais incluem apelos por investigação independente.
  • Você deve considerar que a posição dos Estados Unidos e a resposta da Espanha moldam debates diplomáticos em fóruns multilaterais.
  • Você verá como China e Coreia do Norte reforçam a narrativa de violação da soberania, pressionando por mediação e garantias humanitárias.

Implicações para a Doutrina Monroe e o intervencionismo no Hemisfério

An allegorical representation of the Monroe Doctrine in the context of military intervention in the Americas, featuring a map of the Western Hemisphere draped in the colors of the Venezuelan flag. In the foreground, a powerful silhouette of the U.S. Capitol building symbolizes American influence, surrounded by symbols of intervention like military vehicles and aircrafts. In the middle, a tense meeting with diplomats in a modern conference room, dressed in professional business attire, conveys urgency and seriousness. The background should include dark storm clouds, suggesting escalating tensions, with beams of light breaking through to symbolize hope. The mood is somber yet charged with potential, captured in a dramatic cinematic lighting with slightly muted colors to emphasize the serious undertones of the geopolitical situation, taken from a low angle for a powerful perspective.

Com a crise agravando, é crucial entender o impacto de discursos e ações. A Doutrina Monroe, lembrada por figuras como Donald Trump, mostra um retorno ao intervencionismo. Isso reforça a ideia de que os EUA querem dominar o Hemisfério.

Na história da América Latina, eventos atuais lembram de intervenções passadas. Essas ações limitaram a liberdade dos países. Especialistas dizem que isso pode tornar a intervenção militar aceitável novamente.

Politicamente, a situação cria tensão entre Washington e seus aliados. Eles querem respeitar o direito internacional. Mas, isso pode enfraquecer os laços entre os países e fazer alguns buscar ajuda da China.

Legal e moralmente, o debate sobre a legitimidade das intervenções é intenso. Isso pode gerar conflitos em organismos internacionais. A ideia de intervenção alimenta discursos contra os EUA e radicaliza as opiniões políticas.

AspectoRisco imediatoImpacto médio prazo
Retórica políticaReavivamento da Doutrina Monroe e suporte públicoNormalização do intervencionismo em crises regionais
Alianças diplomáticasFissuras entre EUA e parceiros europeusRealinhamento de alguns países latino-americanos
Direito internacionalContestação em órgãos multilateraisProcessos legais e maior contestação à hegemonia dos EUA
Opinião pública regionalCrescimento de narrativas antiamericanasFortalecimento de movimentos soberanistas na história latino-americana

Impacto sobre a estabilidade interna da Venezuela

Os recentes eventos criaram dúvidas sobre a estabilidade. É importante entender como mudanças institucionais e protestos afetam Caracas e outras partes do país.

Resposta das Forças Armadas e posicionamento de líderes chavistas como Delcy Rodríguez

As Forças Armadas tomaram ação para evitar um vácuo de poder. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, reconheceu Delcy Rodríguez como presidente interina. Isso foi feito com o apoio do Tribunal Supremo de Justiça para manter a continuidade por 90 dias.

Delcy Rodríguez pediu resistência e disse que Nicolás Maduro ainda é o presidente legítimo. Ela e outros líderes chavistas querem mostrar que tudo está sob controle. Isso tenta evitar a fragmentação das instituições.

Mobilizações populares, protestos e riscos de escalada violenta

Grupos pró-governo estão chamando para manifestações. Já há expectativa de contrapartidas de opositores, com possibilidade de confrontos.

As forças militares estão mais presentes em locais importantes para evitar problemas. As manifestações podem aumentar a tensão nas ruas. Isso pode afetar o transporte, comércio e serviços essenciais.

Estado de exceção: medidas internas e efeitos sobre direitos civis

O governo declarou estado de exceção para trazer ordem e reativar a economia e educação. Essas medidas podem limitar a liberdade de reunião e expressão.

Essas ações podem levar a detenções e controle de informações. Direitos civis podem ser afetados, especialmente onde há mais protestos.

Motivações geopolíticas e interesses econômicos

A striking visual representation of Venezuelan oil, featuring a close-up of glistening black crude oil droplets on a rich, dark surface. In the foreground, a pair of hands in a professional business attire gently holding an oil barrel, symbolizing the economic interests tied to this natural resource. The middle ground showcases oil fields under a dramatic sunset, with silhouettes of oil rigs against a colorful sky, emitting steam. The background is filled with lush green hills indicative of Venezuela's landscape, hinting at the contrast between nature and industry. Soft, warm lighting casts an emotive glow, creating a sense of both urgency and complexity in the geopolitical narrative surrounding Venezuela's oil reserves.

A crise na Venezuela tem muitas camadas. O petróleo desempenha um papel crucial. Autoridades dos EUA querem que o petróleo flua, mostrando o interesse econômico.

As petroleiras dos EUA querem investir bilhões na Venezuela. Isso promete mais produção e contratos longos. Mas, há preocupações sobre o bem-estar das comunidades locais.

Os interesses econômicos vão além das empresas. Há um vínculo forte entre negócios e política externa. As pressões por acesso a campos e infraestrutura moldam alianças e ações.

Veja as peças estratégicas importantes:

  • Petróleo venezuelano: reserva como ativo geopolítico; alvo de negociações urgentes.
  • Petroleiras: promessa de investimento contra críticas sobre sustentabilidade social.
  • Interesses econômicos: influência direta sobre escolhas militares e diplomáticas.

A segurança é usada para justificar a presença e intervenções. A retórica sobre ameaças transnacionais e “maus elementos” aparece em discursos oficiais. Essa linguagem facilita ações que ampliam a influência estratégica de atores externos.

Veja as implicações políticas imediatas. Ganhos políticos podem surgir no exterior por meio de demonstrações de sucesso operacional. A administração dos EUA pode capitalizar sobre resultados para reforçar sua posição interna. Ao mesmo tempo, atores locais alinhados perdem espaço em negociações que priorizam controle direto.

FatorDescriçãoImpacto provável
Reservas de petróleoCampos onshore e offshore com grande capacidade de produção.Aumento do interesse de investidores e pressão por contratos rápidos.
Atuação das petroleirasPromessas de investimento e parceria técnica de grandes empresas dos EUA.Fortalecimento de laços corporativos; risco de desigualdade local.
Narrativa de segurançaJustificativa para presença militar e medidas administrativas.Maior legitimidade internacional para intervenções; percepção pública influenciada.
Ganhos políticosValorização de resultados por governos externos; pressão sobre aliados.Reconfiguração de apoios regionais; marginalização de lideranças locais.

É importante acompanhar as declarações oficiais e os movimentos das corporações. Eles dão pistas sobre como os interesses econômicos e a narrativa de segurança se entrelaçam. Esse entrelaçamento determina parte das decisões diplomáticas nas próximas semanas.

Operacional: detalhes sobre a ação militar e capacidades empregadas

A ação militar foi muito complexa. Ela teve meses de planejamento. Mais de 20 bases trabalharam juntas para lançar 150 aeronaves. Isso incluiu bombardeiros e caças na operação Resolução Absoluta.

As capacidades empregadas foram variadas. Muitas aeronaves foram usadas. Além disso, houve apoio logístico naval e equipes especializadas para assalto e transferência.

Inteligência e vigilância foram essenciais. A CIA e a NSA monitoraram o alvo. Eles coletaram informações sobre deslocamentos e hábitos do alvo, dando suporte em tempo real.

O plano tinha um cronograma bem definido. A autorização presidencial veio às 22h46. As tropas chegaram ao complexo presidencial às 2h01. Houve troca de tiros e a rendição do casal presidencial.

Na logística de transferência, um navio da Marinha dos EUA foi usado. Ele levou as tropas inicialmente e as deixou em Nova York. As forças estavam prontas para agir.

Os comunicados oficiais falaram sobre armamento e letalidade. Os Estados Unidos destacaram a “letalidade” da operação. Por outro lado, o governo venezuelano acusou execuções sumárias e uso excessivo de força.

Você pode ver diferenças táticas em duas áreas:

  • Domínio aéreo: o uso massivo de 150 aeronaves para ter superioridade e suporte.
  • Inteligência operacional: a união entre CIA, NSA e unidades de campo para seguir e sincronizar a ação.

Esses elementos mostram um grande esforço. Capacidades empregadas e logística estratégica resultaram na rápida execução da operação Resolução Absoluta.

Consequências humanitárias e econômicas imediatas

Entender os efeitos diretos sobre populações e mercados é crucial. A instabilidade política afeta o fluxo de bens e serviços. Ela cria rupturas logísticas e aumenta a demanda por assistência.

Efeitos no abastecimento, mercado de petróleo e inflação local

O controle incerto de campos e refinarias pressiona o mercado de petróleo. Mudanças repentinas em contratos e operação podem reduzir a oferta.

Quedas no abastecimento de combustíveis elevam os preços no varejo. Isso aumenta a inflação local e diminui o poder de compra das famílias.

Deslocamento interno, infraestrutura e necessidades humanitárias

Confrontos urbanos e insegurança forçam famílias a se deslocarem. Cidades próximas a áreas de risco têm mais procura por abrigos.

Infraestrutura crítica, como rodovias e sistemas de saúde, corre risco de danos. Isso cria lacunas no acesso a medicamentos, água potável e atendimento básico.

Impacto sobre cadeias comerciais regionais e mercados emergentes

Interrupções logísticas alteram cadeias comerciais regionais. Elas afetam transporte e comércio transfronteiriço com Colômbia, Brasil e países do Caribe.

Investidores reavaliam riscos em mercados emergentes. Setores como transporte e agroindústria sentem impacto nos prazos e custos de importação e exportação.

DimensãoEfeito imediatoAção recomendada
AbastecimentoRacionamento temporário e filas em postosEstoque estratégico de veículos essenciais e uso racional
Energia e petróleoVolatilidade no preço do barril e atrasos em exportaçõesMonitorar relatórios da OPEP e contratos com petroleiras
Inflação localAlta em alimentos e combustíveis no curto prazoMedidas fiscais de contenção e subsídios temporários
Deslocamento internoAumento de abrigos e pressão sobre serviços sociaisCoordenação de ONGs e agências humanitárias para refúgio e saúde
InfraestruturaDanos a vias e redes de distribuiçãoMapeamento rápido de prioridades e reparos emergenciais
Cadeias comerciais regionaisAtrasos e aumento de custos logísticosDiversificação de rotas comerciais e Seguro de risco político
Necessidades humanitáriasFalta de alimentos, remédios e serviços básicosApelos internacionais e corredores seguros para ajuda

Risco de contágio regional e cenários de escalada

A instabilidade na Venezuela pode causar um grande risco de contágio regional. Ações militares ou mudanças de governo repentinas podem levar a ações semelhantes em outros países. Isso pode fazer a situação na América Latina piorar.

As fronteiras podem ser fechadas e as rotas comerciais, bloqueadas. Países vizinhos vão fortalecer suas forças de segurança. Eles querem controlar a migração e proteger suas infraestruturas. Isso pode fazer a crise política se espalhar além da Venezuela.

Se houver ações externas contra a Venezuela, pode haver confrontos diretos. Isso pode levar a combates entre forças estrangeiras e grupos armados locais. Essa situação dificulta a mediação diplomática.

Na diplomacia, esperar mudanças e mais críticas aos Estados Unidos. Países podem se aproximar da China para contrapor a influência dos EUA. Isso pode mudar as negociações comerciais e as cooperações na região.

Na economia, o impacto será negativo em bolsas e fuga de capitais. Países que dependem do comércio com a Venezuela podem enfrentar problemas de segurança alimentar. Isso pode causar mais crise política e desafios humanitários na região.

É importante acompanhar sinais de escalada e preparar respostas. Observar movimentos de tropas, restrições comerciais e declarações oficiais ajuda a entender os riscos. Assim, é possível avaliar a gravidade do risco de contágio regional.

Atualizações em tempo real e como você pode acompanhar

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Fontes confiáveis para seguir desdobramentos ao vivo

Veja comunicados do governo venezuelano, como as declarações de Delcy Rodríguez. Também, não perca as transmissões da VTV e as notas do Tribunal Supremo de Justiça. Agências internacionais, como Reuters, AFP e Associated Press, oferecem visões independentes.

Para análises mais detalhadas, veja The New York Times, Financial Times e El País. Eles fazem pesquisas e análises de think tanks sobre geopolítica.

Como verificar informações e evitar desinformação

Verifique imagens e vídeos com geolocalização e timestamps. Confira quem fez o material e se é confiável. Desconfie de posts sem fonte e de perfis anônimos.

Antes de compartilhar, confirme as informações em duas fontes confiáveis. Procure evidências que comprovem a história.

Alertas oficiais e canais do governo venezuelano e de organismos internacionais

Ative notificações das contas oficiais do governo venezuelano e do Ministério da Defesa. Siga também as mensagens do Departamento de Estado dos EUA e das Nações Unidas. Eles dão alertas e orientações importantes.

Combine esses alertas com feeds de agências jornalísticas. Assim, você terá uma visão completa e equilibrada dos eventos.

Conclusão

A crise na Venezuela está piorando com a captura de Nicolás Maduro e Cilia Flores pelos EUA. A Venezuela vê isso como sequestro. Caracas entrou em estado de exceção.

Esse evento mistura política e geopolítica. Ele afeta a diplomacia, o petróleo e a ajuda humanitária.

As consequências são tensões entre governos e impactos econômicos. O setor petrolífero pode sofrer. A nomeação de Delcy Rodríguez como presidente interina é um sinal importante.

Os possíveis processos nos EUA podem mudar a situação na Venezuela. Isso pode levar a decisões do Tribunal Supremo e reações da China e outros blocos.

Para entender melhor a situação, fique de olho nas notícias. Verifique as fontes antes de compartilhar. A Venezuela está instável e mudanças podem acontecer rapidamente.

FAQ

O que aconteceu em poucas palavras?

Forças dos Estados Unidos capturaram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Eles foram levados para os EUA. O governo venezuelano chamou isso de “sequestro” e declarou estado de exceção.

Qual é a cronologia inicial dos eventos?

Donald Trump autorizou a operação às 22h46 de sexta-feira. Forças especiais chegaram ao complexo presidencial em Caracas às 2h01. O ataque durou 47 segundos, segundo os EUA.Fontes venezuelanas falaram de tiroteios e baixas na guarda presidencial.

Quem confirmou os detalhes da operação e que agências participaram?

Autoridades dos EUA detalharam o uso de 150 aeronaves e apoio da CIA e NSA. A Casa Branca e o presidente Donald Trump divulgaram informações e imagens.

O governo venezuelano como reagiu oficialmente?

O Executivo chamou a ação de “sequestro” imperialista. A vice-presidente Delcy Rodríguez pediu resistência e convocou manifestações. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, reconheceu Delcy como presidente interina.

Quais acusações as autoridades dos EUA apresentaram contra Maduro?

Autoridades americanas acusaram Maduro de narcoterrorismo e posse de armamento ilegal. Isso foi anunciado após a captura.

Os Estados Unidos declararam qual objetivo político após a captura?

A administração Trump disse que vai governar a Venezuela temporariamente. Eles prometeram permitir a entrada de petroleiras americanas.

Quais foram as reações internacionais imediatas?

Países europeus condenaram a ação e pediram diálogo. A China exigiu a libertação de Maduro e Cilia Flores. A Coreia do Norte chamou a ação de violação da soberania.

Quais implicações geopolíticas esse episódio pode gerar?

A operação pode aumentar tensões com a China e fragilizar alianças transatlânticas. Pode levar a realinhamentos diplomáticos na América Latina.

Quais são os riscos imediatos para a população venezuelana?

O estado de exceção pode restringir direitos civis. Há risco de violência em manifestações e desabastecimento de bens essenciais.

Como a situação pode afetar o mercado de petróleo?

A entrada de petroleiras norte-americanas pode mudar contratos internacionais. Isso pode pressionar preços e reorganizar cadeias de fornecimento.

Existe previsão de ações legais internacionais contra a captura?

O governo venezuelano planeja contestar a operação em foros internacionais. Isso pode incluir ações na ONU e cortes internacionais.

O que se sabe sobre vítimas e violência durante a operação?

Autoridades venezuelanas relataram execuções sumárias e baixas na guarda presidencial. Números exatos ainda estão sendo apurados.

Quais cenários de escalada regional são plausíveis?

Pode haver militarização de fronteiras e fechamento de rotas comerciais. Há risco de protestos em países vizinhos e realinhamentos diplomáticos.

Como você pode acompanhar atualizações em tempo real e fontes confiáveis?

Siga comunicados oficiais e declarações de autoridades. Use agências internacionais como Reuters e The New York Times para análise.

Como verificar imagens e informações nas redes sociais?

Verifique imagens e vídeos com geolocalização. Desconfie de perfis anônimos e busque múltiplas fontes. Prefira contas verificadas.

Que medidas práticas você deve tomar como leitor diante dos desdobramentos?

Mantenha-se crítico e verifique fontes antes de compartilhar. Ative alertas de notícias e siga canais oficiais. Tenha atenção às implicações humanitárias.

Quais são os pontos centrais que você deve lembrar sobre esta crise?

A captura de Maduro e Cilia Flores por forças dos EUA criou uma crise política e geopolítica. Espere repercussões diplomáticas e efeitos no setor petrolífero.

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